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Capturas em 1290×2796, ícone em 1024, arte principal e faixa larga.
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O CRIA é um simulador de vida brasileiro: você nasce em algum canto do país e descobre, um ano de cada vez, o quanto a origem decide o destino.
Em um parágrafo
No CRIA, você não escolhe onde nasce. O jogo sorteia região, classe social, cor e família usando as distribuições reais do país, e mostra tudo na cara, antes de começar. Dali em diante é um ano por vez: escola, primeiro bico, trampo, família, dívida, Serasa, aposentadoria. Toda decisão que importa vem em duas versões — a certinha e a malandra — com risco e recompensa diferentes. No fim da vida, um Boletim de Mobilidade compara onde você chegou com onde começou. Sair de baixo e chegar ao topo é a maior vitória do jogo, e é raro no jogo pela mesma razão que é raro fora dele.
Em uma página
O que separa o CRIA de outros simuladores de vida não é a ambientação — é a pergunta. Em vez de "o que você vai fazer da sua vida?", ele pergunta "até onde dá pra chegar, começando daí?".
Isso aparece na mecânica, não no texto. Nascer na classe E no sertão e nascer na classe A na capital não mudam só o dinheiro inicial: mudam quais eventos aparecem, quais escolhas estão disponíveis e quanto cada uma custa. O jogo é feito de dados — cada acontecimento é um arquivo, e o motor sorteia entre os que fazem sentido para aquela vida.
As mecânicas são brasileiras de verdade, não um jogo estrangeiro traduzido. Tem Bolsa Família e CadÚnico com as condicionalidades que existem. Tem décimo terceiro, FGTS e o nome sujo no Serasa travando o que você pode fazer. Tem concurso público, CLT, MEI e negócio próprio. Tem peneira de futebol, carreira de músico e campanha eleitoral do vereador ao Planalto. E tem o jeitinho como medidor: ele sobe quando você se vira, e é ele que destrava a escolha malandra — que às vezes resolve, e às vezes cobra caro depois.
O tom é o do reconhecimento, não o da denúncia: debochado, autodepreciativo e caloroso. A reação que o jogo procura é "isso sou eu", não "que absurdo".
O CRIA é grátis do começo ao fim, não tem anúncio nenhum, funciona sem internet e não coleta dado de ninguém — nem nome, nem e-mail, nem identificador de anúncio. Quem quiser pode pagar um café pro jogo continuar, e ganha um selo de agradecimento; nada disso muda a simulação.
É feito por uma pessoa só. Boa parte do que está no jogo hoje começou como pedido numa avaliação da App Store — e todas as avaliações, sem exceção, foram respondidas.
Ficha técnica
| Nome | CRIA: Vida Brasileira |
| Desenvolvedor | Raphael Barbosa — RB Tecnologia |
| Lançamento | 28 de agosto de 2026 |
| Plataforma | iPhone (iOS) — App Store Brasil e Portugal |
| Preço | Grátis, sem anúncios. Apoio opcional. |
| Classificação | 17+ |
| Idioma | Português do Brasil |
| Tamanho | 43 MB · funciona offline |
| Downloads | ~5.000 (99,6% Brasil) |
| Avaliação | 4,8 na App Store, 95 avaliações, nenhuma abaixo de 3 estrelas — todas respondidas |
| Conteúdo | 506 acontecimentos, 101 profissões, 10 modalidades esportivas |
| Site | criavida.com.br |
| Na loja | apps.apple.com/br/app/id6788039337 |
| Contato | [email protected] |
Capturas
Todas em 1290×2796, PNG. Clique para abrir em tamanho cheio.
Ícone 1024×1024 · Arte principal 1200×630 · Faixa larga 3840×1646
Alguns ganchos
O boletim no fim
Quando o personagem morre, o jogo compara a classe em que ele nasceu com a que alcançou e diz, na cara, se furou o teto. É a mecânica que dá nome à tese do jogo.
Certinho ou malandro
Toda escolha que importa vem nas duas versões. Declarar o bico ou não. Estudar pro ENEM ou colar. O medidor de jeitinho destrava a segunda — e ela nem sempre sai barata.
A origem é sorteada com dados
Região, classe e cor saem de distribuições baseadas em dados públicos do país, não de um sorteio uniforme. Por isso a maioria das vidas começa onde a maioria das vidas começa.
Os jogadores escrevem o jogo
Boa parte do que está no jogo começou como pedido numa avaliação da App Store. Todas foram respondidas, inclusive as críticas.
O jogo está no começo
O CRIA segue evoluindo: entra coisa nova a cada versão, e a intenção é lançar no Android também. Boa parte do que está no jogo hoje começou como pedido de um jogador numa avaliação da App Store — sugestão é sempre bem-vinda, porque o que se quer é que ele tenha a cara de quem joga.
Uso das imagens
As imagens desta página podem ser usadas livremente em matérias, resenhas e vídeos sobre o CRIA, sem pedir autorização. Se precisar de material extra ou de uma captura específica que não esteja aqui, é só escrever — [email protected].




