CRIA

Imprensa

Material livre para uso em matérias sobre o CRIA · atualizado em 18 de outubro de 2026

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Capturas em 1290×2796, ícone em 1024, arte principal e faixa larga.

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Em uma linha

O CRIA é um simulador de vida brasileiro: você nasce em algum canto do país e descobre, um ano de cada vez, o quanto a origem decide o destino.

Em um parágrafo

No CRIA, você não escolhe onde nasce. O jogo sorteia região, classe social, cor e família usando as distribuições reais do país, e mostra tudo na cara, antes de começar. Dali em diante é um ano por vez: escola, primeiro bico, trampo, família, dívida, Serasa, aposentadoria. Toda decisão que importa vem em duas versões — a certinha e a malandra — com risco e recompensa diferentes. No fim da vida, um Boletim de Mobilidade compara onde você chegou com onde começou. Sair de baixo e chegar ao topo é a maior vitória do jogo, e é raro no jogo pela mesma razão que é raro fora dele.

Em uma página

O que separa o CRIA de outros simuladores de vida não é a ambientação — é a pergunta. Em vez de "o que você vai fazer da sua vida?", ele pergunta "até onde dá pra chegar, começando daí?".

Isso aparece na mecânica, não no texto. Nascer na classe E no sertão e nascer na classe A na capital não mudam só o dinheiro inicial: mudam quais eventos aparecem, quais escolhas estão disponíveis e quanto cada uma custa. O jogo é feito de dados — cada acontecimento é um arquivo, e o motor sorteia entre os que fazem sentido para aquela vida.

As mecânicas são brasileiras de verdade, não um jogo estrangeiro traduzido. Tem Bolsa Família e CadÚnico com as condicionalidades que existem. Tem décimo terceiro, FGTS e o nome sujo no Serasa travando o que você pode fazer. Tem concurso público, CLT, MEI e negócio próprio. Tem peneira de futebol, carreira de músico e campanha eleitoral do vereador ao Planalto. E tem o jeitinho como medidor: ele sobe quando você se vira, e é ele que destrava a escolha malandra — que às vezes resolve, e às vezes cobra caro depois.

O tom é o do reconhecimento, não o da denúncia: debochado, autodepreciativo e caloroso. A reação que o jogo procura é "isso sou eu", não "que absurdo".

O CRIA é grátis do começo ao fim, não tem anúncio nenhum, funciona sem internet e não coleta dado de ninguém — nem nome, nem e-mail, nem identificador de anúncio. Quem quiser pode pagar um café pro jogo continuar, e ganha um selo de agradecimento; nada disso muda a simulação.

É feito por uma pessoa só. Boa parte do que está no jogo hoje começou como pedido numa avaliação da App Store — e todas as avaliações, sem exceção, foram respondidas.

Ficha técnica

NomeCRIA: Vida Brasileira
DesenvolvedorRaphael Barbosa — RB Tecnologia
Lançamento28 de agosto de 2026
PlataformaiPhone (iOS) — App Store Brasil e Portugal
PreçoGrátis, sem anúncios. Apoio opcional.
Classificação17+
IdiomaPortuguês do Brasil
Tamanho43 MB · funciona offline
Downloads~5.000 (99,6% Brasil)
Avaliação4,8 na App Store, 95 avaliações, nenhuma abaixo de 3 estrelas — todas respondidas
Conteúdo506 acontecimentos, 101 profissões, 10 modalidades esportivas
Sitecriavida.com.br
Na lojaapps.apple.com/br/app/id6788039337
Contato[email protected]

Capturas

Todas em 1290×2796, PNG. Clique para abrir em tamanho cheio.

Tela de nascimento: região, classe social, cor e família Um acontecimento com a escolha certinha, a neutra e a malandra Montagem do avatar O Boletim de Mobilidade no fim da vida O feed da vida, ano a ano Caiu o décimo terceiro

Ícone 1024×1024 · Arte principal 1200×630 · Faixa larga 3840×1646

Alguns ganchos

O boletim no fim

Quando o personagem morre, o jogo compara a classe em que ele nasceu com a que alcançou e diz, na cara, se furou o teto. É a mecânica que dá nome à tese do jogo.

Certinho ou malandro

Toda escolha que importa vem nas duas versões. Declarar o bico ou não. Estudar pro ENEM ou colar. O medidor de jeitinho destrava a segunda — e ela nem sempre sai barata.

A origem é sorteada com dados

Região, classe e cor saem de distribuições baseadas em dados públicos do país, não de um sorteio uniforme. Por isso a maioria das vidas começa onde a maioria das vidas começa.

Os jogadores escrevem o jogo

Boa parte do que está no jogo começou como pedido numa avaliação da App Store. Todas foram respondidas, inclusive as críticas.

O jogo está no começo

O CRIA segue evoluindo: entra coisa nova a cada versão, e a intenção é lançar no Android também. Boa parte do que está no jogo hoje começou como pedido de um jogador numa avaliação da App Store — sugestão é sempre bem-vinda, porque o que se quer é que ele tenha a cara de quem joga.

Uso das imagens

As imagens desta página podem ser usadas livremente em matérias, resenhas e vídeos sobre o CRIA, sem pedir autorização. Se precisar de material extra ou de uma captura específica que não esteja aqui, é só escrever — [email protected].